Duas mulheres são esfaqueadas durante briga no bairro Santa Lídia, em Castanhal

Suspeita fugiu antes da chegada da Polícia Militar; vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas para atendimento médico.

Por
2 2 Min

PMPA

Duas mulheres ficaram feridas após serem atingidas por golpes de faca durante uma briga registrada na noite de sexta-feira (3), no bairro Santa Lídia, em Castanhal, no nordeste do Pará. A ocorrência foi atendida por uma guarnição da Polícia Militar após denúncia recebida pelo Núcleo Integrado de Operações (NIOP).

Segundo informações da Polícia Militar, a equipe da viatura 0505 foi acionada por volta das 22h30 para atender uma ocorrência de lesão corporal na Alameda João Câncio Sampaio, nº 170. Ao chegar ao local, os policiais constataram que a suspeita, identificada apenas como Marilene, já havia deixado a área antes da chegada da equipe.

No local, os militares encontraram as vítimas, identificadas como Aucicleia de Sousa Almeida e Franciene de Sousa Almeida, ambas com ferimentos provocados por arma branca. De acordo com o relato policial, os golpes de faca foram confirmados durante o atendimento inicial.

Diante da situação, foi acionada a Unidade de Resgate (UR-117), do Corpo de Bombeiros Militar, que realizou os primeiros socorros e encaminhou as duas mulheres para uma unidade de saúde, onde receberam atendimento médico.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde das vítimas nem sobre a motivação da agressão. A suspeita não havia sido localizada até o encerramento da ocorrência.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que ficará responsável por esclarecer as circunstâncias da briga, a dinâmica dos fatos e as responsabilidades criminais. Conforme o Código Penal Brasileiro, a lesão corporal pode ter a pena agravada quando praticada com o uso de arma branca ou conforme a gravidade dos ferimentos constatados durante a investigação.

A Alameda João Câncio Sampaio fica localizada no bairro Santa Lídia, em Castanhal, município da Região Metropolitana de Belém.

As autoridades orientam que testemunhas ou pessoas que possuam informações sobre o paradeiro da suspeita podem colaborar com as investigações por meio dos canais oficiais da Polícia Civil ou pelo Disque-Denúncia, com garantia de sigilo.

 

FONTE: Redação